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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Resenha descritiva do filme "As três faces de Eva"

Oi! Boa tarde! Hoje vou postar uma resenha descritiva. Mas por quê?
Oras, pois eu leciono aulas no PIBID e o tema será este na aula de amanhã! E eu procurei algumas resenhas descritivas na internet e não achei nada bom! Então decidi eu mesma fazer e postar!
Infelizmente não contem todos os detalhes devido aos alunos serem preguiçosos de se ler... Enfim, espero ser de ajuda. E LEMBRE-SE DE DAR OS CRÉDITOS HEIN?

Resenha descritiva do filme “As Três Faces de Eva”

As três faces de Eva é um filme norte-americano de 1957 dirigido por Nunnally Johnson.O filme começa explicando sobre o que se trata: de uma mulher que desafiou um psiquiatra, o Dr. Luther, esse fato verdadeiro ocorreu na década de 50, a mulher tinha múltiplas personalidades, a mulher intitulada de Eva White no começo do filme era tímida, recatada e amorosa dona de casa e como se outra despertasse era o oposto de Eva White, Eva Black era engraçada, desinibida e namoradeira, gostava de sair, beber e dançar; enquanto Eva White ficava em casa cuidando da filha e do marido. Essas duas mulheres viviam dentro de uma, com o aparecimento de Eva Black, o marido de Eva White a leva a um psiquiatra que a acompanha, como num transe o psiquiatra pode trazer Eva Black e Eva White. Mas o que atrapalhava a vida dessa mulher era que a Eva Black estava dominando a Eva White e destruindo seu casamento. No começo os psiquiatras que a tratavam achavam que ela estava fingindo, mas com o decorrer do tempo eles perceberam que não, até a década de 50 nenhum psiquiatra tinha visto aquele fenômeno. Com as loucuras de Eva Black, o marido de Eva White a larga.

E eis que nesta confusão toda aparece uma terceira personalidade, Jane, Jane era uma mulher calma, um pouco tímida, mas decidida, gostava de ir a bailes descentes[ao contrario de Eva Black que ia em festas vulgares]. No momento em que Jane aparece, ela intriga mais ainda seu psiquiatra, cada uma intercalando a outra e trazendo problemas, Jane começa a namorar um dos homens que ela ia ao baile, os dois namoram seriamente, até que Jane conta sobre seu caso psiquiátrico que saiu no jornal e onde muitos tinham conhecimento, seu namorado aceita. Até que um dia, numa das sessões com o Dr. Luther Eva Black e Eva White “morrem” e Jane permanece para sempre. Jane constrói sua vida com seu novo marido e sua filha do casamento de Eva White.

Louco essa história né? Pois é real! Achei maravilhoso o mundo psíquico.
E quem ficou curioso para assistir o filme, aqui está o link: http://www.youtube.com/watch?v=5c7vkEWqAiI

sábado, 17 de agosto de 2013

Fragmentos 2

Incrível como nossa imaginação nos dá asas.... Sejam elas asas que voam até a morte ou até a desgraça.

E quantas vezes eu tranquei e maltratei meu coração nessa caixa de espinhos?
Que nascem e o entrelaçam, sufocando-o?
Por egoísmo e medo.

Ó coração! Meu cuidado e carinho me cegaram!
Ó coração! Meu amor e medo te destruíram!

Ó coração! Eu o beijei com tanto amor,
Mas meus beijos eram venenosos!


Fragmentos 1

Boa tarde, hoje irei postar fragmentos de pensamentos meus, incrível como nossa imaginação nos dá asas.... Sejam elas asas que voam até a morte ou até a desgraça.


Eu sou a flor que nasce do sentimento mais triste, a dor.
Eu sou a flor que nasce do sentimento mais repudiado, o ódio.
Eu sou a flor que nasce do sentimento mais comum, a raiva.

Eu sou a flor que nasce do sentimento menos se tem, amor.

sábado, 15 de junho de 2013

O coração escorpiano

Sim eu adoro astrologia e meu signo é escorpião, como sou ascendente em Capricórnio, eu sou CHATA, CHATA, CHATAAAAAAA demais... E sou pessimista ao gosto de escorpião com capricórnio, embora eu quisesse muito namorar um capricorniano, apenas os virginianos dão certos comigo, mas eu adorooooo virginianos[que bom]. Vou postar um tipo de canção sobre o meu coração, que exemplifica o coração dos escorpianos em geral.

O coração escorpiano

Aquele que se fecha para sofrer
Por que nem a felicidade o faz feliz
Se felicidade se converte em tristeza
A felicidade nunca parece tão real quanto à tristeza.
Não é que o coração goste de sofrer
Mas a felicidade não durou o bastante

Se achares que um escorpiano gosta de ver os outros sofrerem
Estas certo quando as pessoas são más, mesquinhas e nojentas
Mas o escorpiano não sente ódio
Sente pena
Mas tanta pena que não merece atenção
Apenas diversão.

O coração escorpiano
É fechado a 7 chaves
Mas há brechas
E essas brechas às vezes entra o ar do amor
Que vai envolvendo o coração aos poucos
E quando o escorpiano se sentir a vontade
Ele vai abrir os 7 baús e dar seu coração
Com toda a sua vontade

Mas nunca o magoe
Ou o escorpiano volta para si mesmo
Para contemplar a dor
E o amor falso que viveu.
E sofreu.

15 de junho de 2013

Sim, eu estou sumida como sempre, mas hoje vou postar algumas coisas das quais escrevi.
Ando sumida pelo fato de sempre, faculdade, e agora entrei em um projeto e preciso ler incessantemente.

Este ainda não esta bem estruturado e é como se houvesse duas vozes, uma primeira e depois a segunda que diz muita coisa.

Lábios

Eu quero enterrar a minha alma nessas mãos e me sentir completa.

Você nunca vera olhos tão mortos quanto os meus
e mãos tão frias quanto as minhas
E se seus lábios tocarem os meus,
você morrerá,
pois meus lábios estão sujos de veneno.

O mais doce e mortal veneno.
Do qual todos querem
Todos imploram

E não provam

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Voltei!

Ok, eu sei que eu sumi.
Ando melancólica ultimamente, precisando de amor, não sei o que é.
Ando ocupada também, muitos trabalhos da faculdade.
Ando bem ficionada com signos, para quem não sabe eu sou de escorpião, signo forte, maluco e mal humorado.

Bem vou postar uma nova letra de musica minha.


Nunca Mais

Aquele abraço frio seu foi o mais quente e real para mim.
O que eu fiz para merecer tamanha frieza?
Eu nunca lhe trai.
Meu coração sempre foi seu.
A frieza estava apenas em minhas palavras,
mas você podia ver o amor faiscante em meus olhos?

Eu achei que dizer "eu te amo" não era suficiente,
pois meus atos já demonstravam o quanto eu te amava.
Eu via o seu amor nos olhos.
Por isso mesmo que seu abraço fosse frio,
eu achava que você me amava.

Mas seus últimos atos disseram que tudo o que eu achava.
Estava errado,
e você deixou de me amar,
apenas para amar a si próprio.
E você pereceu,
e deve se arrepender de ter me esquecido.

Você era tão frio quanto eu,
eu aprendi a frieza com você,
achei que era a forma de te amar.
Mas quando você começou a amar a si próprio,
isso me feriu profundamente,
eu já não era mais o centro da sua atenção.

Meu coração sempre foi seu.
A frieza estava apenas em minhas palavras,
mas você podia ver o amor faiscante em meus olhos?

Agora eu vago tentando procurar amor,
mas ninguém pode completar esse coração,
pois você era a outra metade.

E agora,
você nunca mais pode voltar para mim.
Mesmo que levantasse do tumulo,
nunca poderíamos ficar juntos.
Nunca mais.



Vou deixar com vocês uma fotinha minha.
Até mais!

sábado, 29 de setembro de 2012

Depois de 5 séculos...

I`m back!
Ola! Faz muito, muito tempo que não posto nada, mas enfim, hoje postarei um dos meus contos. Com certeza esse é meu conto predileto, ele é na verdade sobre eu mesma, meus sentimentos de vazio, solidão e silêncio.


Sopro Gélido
Elliot Anked

O dia era silêncio, à noite mais ainda, e o ano também, eu sempre no silêncio que parecia eterno, 10 anos de silêncio, a infância foi um silêncio e meus dias de silêncio eram cinzas, ou seriam azul escuro? Acho que azul escuro seria mais um sopro gélido, então meus dias eram cinzas e eu era o azul escuro do qual gosto tanto agora, ele me inspira tranquilidade e morte. Eu vivia no silêncio e na solidão, isso me agradava tanto, mamãe também era silenciosa, mas não solitária, infelizmente não me lembro muito da infância, apenas dos sentimentos, porque isso era o que realmente importava para mim, talvez eu era algum tipo de aberração, ou um alienígena, pois analisava as pessoas e por mais que analisassem não compreendia-os, mas agora compreendo-os, mas não sei explicar, sou ainda uma menina, que não desenvolveu o intelecto, não desenvolveu a parte técnica, vivo de sentimentos, aliás vivia, e nesses acessos que tenho de lembranças quando era criança, me dá uma saudade daquela solidão, daquele silêncio, para começar, mamãe disse-me uma vez que era para eu ser a filha mais feliz, mas eu era misteriosa, silenciosa, não dava trabalho, mas para ela eu nunca entendia nada, como cozinhar, como passar pano no chão, quantas milhares de vezes mamãe explicava? Gritava, mas eu não funcionava, não gostava de pensar em coisas complexas, afinal a maioria do tempo eu não pensava, gostava de olhar para o céu de dia e de noite e não pensar em nada, de sentir o sol e um vento quase imperceptível no rosto, as outras crianças, tais como meu irmão, pulavam, gritavam, eram loucas, eu era diferente. Quando eu era pequena gostava de frio, agora não, e agora, eu tenho tanta vergonha de mim, que vergonha! Por que eu cresci? Por que tudo não foi congelado naquela infância? Os dias eram tão vagarosos até cinco anos atrás, mas daí a dor veio e os anos corriam, aliás, eu queria que corressem, mas mamãe sofria. Naquele tempo eu amava papai mais que tudo, hoje eu o odeio, papai, porque o senhor bateu na mamãe? Por que o senhor sempre foi rude com ela? Por que todos os homens são assim? Por quê? Papai, você destruiu minha vida. Meus irmãos sempre foram alienígenas, todos, agora eu posso entender a todos, mas não gosto de estar com ninguém, sempre tenho aquela sensação estranha, e sei de onde vem, eu criei essa barreira, eu era tão silenciosa que irritava, e eles mexiam comigo o tempo todo, o único jeito de me acordar eram dizer que eu era estranha, mas no fundo eu sei que tudo não passava de inveja, da qual eu nem tinha ideia, ter dinheiro sempre foi uma desgraça.Eu sempre estive morta, agora com 18 estou viva, e isso é horrível, eu virei um ser humano? Tenho nojo disso, eu me tornei humana! Eu não era! Era apenas um cadáver de cabelos e olhos escuros, pele e osso perambulando por ai, silenciosa, talvez um fantasma. Às vezes me pergunto se tudo isso é real, se minha infância era feita de surrealismo, lembro-me daquele quadro “O Grito de Edvard Munch” eu me vi ali naquele mundo indefinível, não gritando, mas caminhando naquele mundo, eu me vi ali. O que significa ser assim?
Talvez eu estivesse morta e não sabia, e eu era um sopro gélido, mas agora não sou mais um sopro gélido, mas gostaria de ser, mas não me deixam, me calaram, eu grito, mas ninguém quer escutar, eu gritei durante todos os anos de minha infância e agora meu irmão se calou, trocamos de lugar irmãozinho? Ele joga na minha cara que sou solitária, sou até hoje, eu criei a barreira, porque quando não havia barreira, mutilaram meu coração e fiquei mutilada, então decidi ser outra, para a dor acabar, e não acabou, vivo desse jeito, parecendo ser feliz, mas quero a minha infância triste, como um sopro gélido que eu sempre fui, agora sou fútil, penso em coisas matérias, coisas que nunca considerei importantes, infelizmente agora sou humana. A única coisa material que acho que vale a pena seria a musica, ela me traz a infância de volta, essas musicas podem ser depressivas, mas eu amo-as, me fazem sentir viva, a verdadeira pessoa que sou, e quando estou sozinha trancafiada nessa torre fria, eu me lembro de quem eu sou.
Quando saio do normal, acho que estou louca, mas não, estou mais normal que nunca, eu estou nesse estado fora de mim 364 dias e apenas um dia, ou seja, o 365º dia me faz voltar a minha realidade, infelizmente me acordaram, tive que crescer, parar de ficar no meu mundo, o mundo era meu, apenas meu. Lembro que ficava nos dias de morte na frente do sofá, assistindo TV e devaneando em meu mundo, a tarde toda, solitária, minha irmã trabalhava e meu irmão ficava na rua, eu apenas em casa, sozinha e feliz. Hoje olho para o espelho, meu rosto mal mudou, só esta maior, mas em que corpo estou? Eu era pele e osso, porque tenho seios e pernas grossas? Onde esta meu corpo pequeno? No passado, enterrado como ele esta enterrado, mas em minhas lembranças esta no meu quarto, onde entro algumas vezes apenas e olho os corpos ali, vivos, meu amigo não está morto e eu também não, estranho olhar para mim mesma, mas vejo eu, aquele semblante pálido e triste e amo ela, amo tanto, como se fosse o único objetivo de minha vida, perpetuar a mim mesma e ter meus filhos, imagino que serão a minha cara, mas sei que não serão, imagino num futuro perfeito, assim como imaginava quando era criança. Meus cabelos eram minha camuflagem, sempre em frente ao meu rosto e eu no recreio da escola, sentava no chão, encolhia as pernas e abaixava a cabeça, olhava para meu corpo e fechava os olhos, não pensava em nada, quando os abria e a luz do sol me incomodava, olhava para as crianças correndo e aquilo me dava medo e nojo, nunca quis ser igual a eles, então meu amigo chegava e sentava-se ao meu lado e olhava a todos e eu novamente com os olhos fechados, silêncio era nossa maior conversa, sempre foi, ele gostava de mim, aliás, me amava e eu apenas amava como um irmão, ele era melhor que meu irmão, pensávamos igual, éramos ambos solitários e ambos amigos, que o destino fez certo, mas ele me abandonou, e eu odeio ele por isso, mas ainda o amo, ainda visito seu túmulo, ainda digo que sou sua irmã, talvez eu seja a irmã dele, talvez ele também era um sopro gélido, era também magrelo como eu, também tinha cabelos e olhos escuros como os meus, mas minha pele era branca como mármore e a dele um amarelo encardido e escuro, se ele não tivesse morrido, talvez penso que éramos almas gêmeas e estaríamos juntos para o resto da vida e agora não sentiria a amargura da solidão. Para eu, ele nunca estará morto, nunca, esta apenas longe, estudando fotografia, embora ele tenha me traído antes de se matar, aquela foi a pior traição, a primeira, ele me trocou por duas humanas! E depois se matou, ele estava se sentindo solitário e a dor da solidão, se eu soubesse, se homens contassem seus sentimentos... Mas ficam silenciosos e remoendo por dentro, assim como eu na minha infância, remoendo a dor que os outros me faziam passar, a raiva, chorava todos os dias, sem parar, a escola era meu tormento, gritos, sempre gritos, aquilo me irritava, porque ninguém era como eu? Humanos... Todos iguais... Meu conforto era estar em casa, minha família era meu conforto, mas minha família acabou e eu também morri, morri porque sou humana agora, antes eu era um sopro gélido, mais viva do que ser humana, mais viva, esse sopro gélido que todos acham ser a morte, era a verdadeira vida, era tudo para mim, era respirar de verdade, era felicidade estar morta e em silêncio.



ps: vou postar esse conto na semana de Letras da minha faculdade, desejem-me sorte! Wish luck for me!