Há tanto tempo eu olho para o mar
O desejo e o medo dispersos em minha alma
De mergulhar nestas águas azuis.
Eu finalmente vim me entregar
A você
Ó mar
Leve-me
Leve-me de tal modo
Em suas águas salgadas e frias
Que eu voltarei em terra firme
Afogada
Sem vida
Detone meu corpo
Do mesmo jeito que detonou minha alma
O que sobrou
Em minhas ruinas.
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domingo, 10 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Dor melancólica
Ó dor melancólica!
Que adquiri desde tempos imemoriáveis!
Não sei quando
Nem sei porque
Mas eu amo tanto
Como a mim mesma
Não sei se adquiri de tanto ler esses romances baratos
Ou de tanto sentir essa dor
Talvez um misto dentre esses dois
Irrepudiável dor melancólica
Que agoniza minhas dores
Entre sono e lembrança
Uma coisa eu aprendi
Os poetas todos mentem
Palavras em falso
Amor em falso
Por isso me desiludi
Ó dor melancólica!
Trancando essa dor melancólica em meu dolomita coração esganiçado.
E espatifado
Que adquiri desde tempos imemoriáveis!
Não sei quando
Nem sei porque
Mas eu amo tanto
Como a mim mesma
Não sei se adquiri de tanto ler esses romances baratos
Ou de tanto sentir essa dor
Talvez um misto dentre esses dois
Irrepudiável dor melancólica
Que agoniza minhas dores
Entre sono e lembrança
Uma coisa eu aprendi
Os poetas todos mentem
Palavras em falso
Amor em falso
Por isso me desiludi
Ó dor melancólica!
Trancando essa dor melancólica em meu dolomita coração esganiçado.
E espatifado
Busca
E a luz repousa longinqua
Em meus olhos negros
E perdidos
Perdidos nessa fase ininterrupta da procura
Na procura eterna e louca pelo entendimento.
Mas quanto mais eu acho os pedaços e os junto.
Mais dolorosa se torna minha descoberta de sangue e dor.
Mas com todo sangue e toda essa dor
Eu prossigo nessa busca doentia por mim mesma
Mascarada
Em meus olhos negros
E perdidos
Perdidos nessa fase ininterrupta da procura
Na procura eterna e louca pelo entendimento.
Mas quanto mais eu acho os pedaços e os junto.
Mais dolorosa se torna minha descoberta de sangue e dor.
Mas com todo sangue e toda essa dor
Eu prossigo nessa busca doentia por mim mesma
Mascarada
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Silêncio
Gosto quando o silêncio beija meus lábios.
Gosto quando seus olhos dizem o que nenhuma palavra poderia dizer.
Seus olhos mostram o tudo e o nada.
Seus olhos são as águas que correm no rio. Seus olhos são a lava do fogo, jorrando fogo e destruição.
Seus olhos mostram o escuro e o medo.
A febre e a alegria. O pranto e o desespero. Dos quais eu quero jogar-me. Dentro da lava.
Dentro do rio. Dentro do escuro. Dentro da incerteza.
Seus olhos são as águas que correm no rio. Seus olhos são a lava do fogo, jorrando fogo e destruição.
Seus olhos mostram o escuro e o medo.
A febre e a alegria. O pranto e o desespero. Dos quais eu quero jogar-me. Dentro da lava.
Dentro do rio. Dentro do escuro. Dentro da incerteza.
Lobo
Olhos tristes e melancólicos,
mas eu posso ver o fogo em seus olhos.
Finalmente eu encontrei os olhos que procuravam.
O fogo queimando
a água.
E o que resta
é a fumaça
que você se enconde atrás.
mas eu posso ver o fogo em seus olhos.
Finalmente eu encontrei os olhos que procuravam.
O fogo queimando
a água.
E o que resta
é a fumaça
que você se enconde atrás.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Resolvido: O mistério da morte do Rei Tutankhamun
Oi gente, hoje eu vim postar aqui uma matéria que achei em inglês e como não sou fan do google translate e preciso melhorar minhas técnicas de tradução, eu traduzi essa matéria.
Embora não tenha nada haver com literatura, eu amo história e a história do antigo Egito é MUITO interessante...
Vi em alguns comentários do site, falando negativamente dessa descoberta, pois surgem vários boatos, sabe, muitos mesmo e dizendo que tal equipe fica inventando essas mentiras para encobrir a verdade. Mas não estou nem ligando, gostei da matéria, embora pareça realmente estranho que ele foi atropelado por um carro de guerra ajoelhado...
Dr Chris Naunton, director of the Egypt Exploration Society, was intrigued when he came across references in Carter's records of the body having been burnt. A clue came from Dr Robert Connolly, an anthropologist at Liverpool University, who was part of the team that X-rayed Tutankhamun's remains in 1968. Among the bones in his office he recently found a piece of the pharaoh's flesh – the only known sample outside Egypt.
Working with forensic archaeologist Dr Matthew Ponting, Dr Connolly used a scanning electron microscope to determine that the flesh had been burnt. Subsequent chemical tests confirmed that Tutankhamun's body was burnt while sealed inside his coffin. Researchers discovered that embalming oils combined with oxygen and linen caused a chemical reaction which "cooked" the king's body at temperatures of more than 200C. Dr Chris Naunton said: "The charring and possibility that a botched mummification led the body spontaneously combusting shortly after burial was entirely unexpected, something of a revelation."
Working with scientists from the Cranfield Forensic Institute, researchers performed a "virtual autopsy" which revealed a pattern of injuries down one side of his body. Their investigation also explains why King Tut's mummy was the only pharaoh to be missing its heart: it had been damaged beyond repair.
The pharaoh's injuries have been matched to a specific scenario – with car-crash investigators creating computer simulations of chariot accidents. The results suggest a chariot smashed into him while he was on his knees – shattering his ribs and pelvis and crushing his heart.
Embora não tenha nada haver com literatura, eu amo história e a história do antigo Egito é MUITO interessante...
Vi em alguns comentários do site, falando negativamente dessa descoberta, pois surgem vários boatos, sabe, muitos mesmo e dizendo que tal equipe fica inventando essas mentiras para encobrir a verdade. Mas não estou nem ligando, gostei da matéria, embora pareça realmente estranho que ele foi atropelado por um carro de guerra ajoelhado...
Solved: The mystery of King
Tutankhamun's death
Crash injuries suggest he was the first of the boy
racers
JONATHAN OWEN
- SUNDAY 03 NOVEMBER 2013
It has taken
thousands of years, but a combination of 21st-century forensic science and luck
has finally revealed what happened to Tutankhamun – the world's most famous
pharaoh.
Mystery has surrounded the boy king ever since his death in 1323BC, aged
19. The mystery intensified when the archaeologist Lord Carnarvon died in Cairo
shortly after he and Howard Carter discovered Tutankhamun's tomb in 1922.
Now British
experts think they have solved the riddle of the king's death. They believe
injuries on his body are akin to those sustained in a chariot accident and that
his mummification was botched.Dr Chris Naunton, director of the Egypt Exploration Society, was intrigued when he came across references in Carter's records of the body having been burnt. A clue came from Dr Robert Connolly, an anthropologist at Liverpool University, who was part of the team that X-rayed Tutankhamun's remains in 1968. Among the bones in his office he recently found a piece of the pharaoh's flesh – the only known sample outside Egypt.
Working with forensic archaeologist Dr Matthew Ponting, Dr Connolly used a scanning electron microscope to determine that the flesh had been burnt. Subsequent chemical tests confirmed that Tutankhamun's body was burnt while sealed inside his coffin. Researchers discovered that embalming oils combined with oxygen and linen caused a chemical reaction which "cooked" the king's body at temperatures of more than 200C. Dr Chris Naunton said: "The charring and possibility that a botched mummification led the body spontaneously combusting shortly after burial was entirely unexpected, something of a revelation."
Working with scientists from the Cranfield Forensic Institute, researchers performed a "virtual autopsy" which revealed a pattern of injuries down one side of his body. Their investigation also explains why King Tut's mummy was the only pharaoh to be missing its heart: it had been damaged beyond repair.
The pharaoh's injuries have been matched to a specific scenario – with car-crash investigators creating computer simulations of chariot accidents. The results suggest a chariot smashed into him while he was on his knees – shattering his ribs and pelvis and crushing his heart.
Resolvido: O mistério da morte do Rei Tutankhamun
Acidente indica que ele foi o primeiro corredor.
JONATHAN OWEN - SUNDAY 03 NOVEMBER 2013
Isso tem levado milhares de anos, mas a combinação
do século 21 a ciência e a sorte finalmente revelou o que aconteceu com
Tutankhamun – O mais famoso faraó no mundo.
O
mistério tinha rodeado o menino rei desde sua morte em 1323 A.C, tinha a idade
de 19 anos. O mistério intensificou-se quando os arqueólogos Lord Carnarvon
morreu no Cairo rapidamente depois que ele e Howard Carter descobriram a tumba
de Tutankhamun em 1922.
Agora especialistas britânicos
pensam que eles resolveram o enigma da morte do rei. Eles acreditam que as
feridas em seu corpo são semelhantes a aquelas sofridas em um acidente em carros
de guerra e aquela sua mumificação foi mal feita.
Dr. Chris Naunton, diretor
da Sociedade de Exploração Egípcia, estava intrigado quando ele encontrou algo
referente in Carter`s registro/recorde que o corpo tinha sido queimado. Um pista
veio do Dr. Robert Connolly, um antropólogo da Universidade de Liverpool, que
fazia parte do time que fez Raio X dos restos de Tutankhamun em 1968. Entre os
ossos em seu escritório ele recentemente encontrou um pedaço da carne do faraó –
a única conhecida amostra fora do Egito.
Trabalhando com os arqueólogos
Dr. Matthew Ponting, Dr. Connolly usou um scanner microscópio elétronico para
determinar se aquela carne estava queimada. Posteriormente testes químicos confirmaram
que o corpo de Tutankhamun foi queimado enquanto fechavam dentro de seu caixão.
Pesquisadores descobriram que óleos embalsamadores combinados com oxigênio e linho causaram uma reação
química que “cozinhou” o corpo do rei a temperaturas de mais de 200C. Dr Chris
Naunton disse: “A queimação e a possibilidade que a queimadura da mumificação levou
o corpo espontaneamente a combustão lentamente depois do enterro que foi
totalmente inesperada, alguma coisa foi revelada.
Trabalhando com cientistas
do Instituto Cranfield Forensic, pesquisadores realizaram uma “autópsia virtual”
que revelou um padrão de queimaduras de um lado de seu corpo. Suas investigações
também explicam por que a múmia do Rei Tut era o único faraó que estava
faltando o coração: o coração tinha sido danificado e não tinha reparo.
As queimaduras do faraó tem sido uma briga para uma hipótese precisa – com o carro quebrado os
investigadores criaram uma simulação de computador sobre o acidente de carro de
guerra. Os resultados apontam um carro de guerra espatifado dentro dele enquanto
ele estava de joelhos – destruindo sua costela e pélvis e esmagando seu coração.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
04/10/2013
Oi, o conteúdo postado hoje será sobre um pensamento meu, com certeza parecera sem nexo, mas estou falando as coisas vivas[árvores, plantas] e coisas mortas[ prédios, celulares, computadores e etc] que os humanos se prendem. Sei que ainda tenho apenas 19 anos, mas vivendo e filosofando, aprendendo como o mundo funciona.
Impressionante, como os humanos gostam de coisas mortas. Eles estão rodeados, envoltos, em coisas mortas. Alguns, ás vezes, estão optando pelo vivo, mas o vivo só serve como distração e logo voltam ao morto.
Os cadáveres estão em todas as ruas, avenidas, casas e eles jamais se importam.
As vezes olho para a vida com pena, pois eles já vem e os matam. E a morte se sobrepõe a vida, que cansou de lutar e se silenciou, no seu grito mais agudo de vida, pois a morte grita e nos ouvimos claramente enquanto a vida grita silenciosamente e ninguém mais suporta seu grito de vida, eles clamam pelo grito da morte como quem clama pela desgraça.
Mas eu ainda posso ouvir o grito do silencio, do qual não me deixa esquecer que ele existe. Eu não digo uma palavra, mas a minha alma grita em silencio e talvez a vida escute o meu grito desesperado por ele.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Estou pensando no próximo post sobre a matéria que eu estava estudando na faculdade, sobre gramatica histórica, acho bem interessante as transformações do Latim para o português. Agora estou lendo uns livros de teoria para o meu projeto do PIC, mas quando eu terminar esses dois que tenho que ler, vou postar, provavelmente la pelo dia 17.
Impressionante, como os humanos gostam de coisas mortas. Eles estão rodeados, envoltos, em coisas mortas. Alguns, ás vezes, estão optando pelo vivo, mas o vivo só serve como distração e logo voltam ao morto.
Os cadáveres estão em todas as ruas, avenidas, casas e eles jamais se importam.
As vezes olho para a vida com pena, pois eles já vem e os matam. E a morte se sobrepõe a vida, que cansou de lutar e se silenciou, no seu grito mais agudo de vida, pois a morte grita e nos ouvimos claramente enquanto a vida grita silenciosamente e ninguém mais suporta seu grito de vida, eles clamam pelo grito da morte como quem clama pela desgraça.
Mas eu ainda posso ouvir o grito do silencio, do qual não me deixa esquecer que ele existe. Eu não digo uma palavra, mas a minha alma grita em silencio e talvez a vida escute o meu grito desesperado por ele.
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Estou pensando no próximo post sobre a matéria que eu estava estudando na faculdade, sobre gramatica histórica, acho bem interessante as transformações do Latim para o português. Agora estou lendo uns livros de teoria para o meu projeto do PIC, mas quando eu terminar esses dois que tenho que ler, vou postar, provavelmente la pelo dia 17.
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