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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Voltando

E você voltou para mim novamente.
Fervendo
Você voltou para me matar novamente
Mutilando

Você voltou para mim novamente

O passado
Tão destruidor
Do qual eu não posso fugir.
Com seus olhos ocultos

Você, eu não posso fugir
Não que eu queira
Mas eu não consigo ir
Não consigo deixar dessa prisão.
Você é tudo o que quero

Passado, por que embebeda-me com um simples olhar?
Por que é mais forte que minha vontade?
Por que suas palavras são tão fortes?
Atraiu-me para sua armadilha mortal
De lábios enganosos
Lábios maravilhosos
De dor e desespero.

E você voltou para mim novamente.
Fervendo
Você voltou para me matar novamente
Mutilando

Você voltou para mim novamente

O passado
Tão destruidor
Do qual eu não posso fugir.
Com seus olhos ocultos

Você, eu não posso fugir
Não que eu queira
Mas eu não consigo ir
Não consigo deixar dessa prisão.
Você é tudo o que quero

Passado, por que embebeda-me com um simples olhar?
Por que é mais forte que minha vontade?
Por que suas palavras são tão fortes?
Atraiu-me para sua armadilha mortal
De lábios enganosos
Lábios maravilhosos
De dor e desespero.

De lábios enganosos
Lábios maravilhosos
De dor e desespero.
De lábios enganosos
Lábios maravilhosos
De dor e desespero.
De lábios enganosos
Lábios maravilhosos
De dor e desespero.
Dos quais eu sempre voltarei.
Desejando mais.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Sol

Esculpindo tão rapidamente
O sol caindo
Tão lentamente
As cores nas quais se desfaz
Nenhuma câmera pode captar
Mas nossos olhos foram agraciados

Morrendo dia após o outro
É a morte bela
Talvez o sol venha nos mostrar que a morte é mais bela que o nascimento
E logo após todo o céu
Como em uma pequena cidade
Mostra pequenos pontos de luz brilhantes

Seu nascimento nunca é tão belo como sua morte
Pois no nascimento o sol sempre brilha
Sem aquela pausa de escuridão para relembrarmos mil vezes em nossas mentes
Suas cores.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Enterro

A cidade se configura
O sol se vai
E seus habitantes também

Sol
Eu lamento a sua morte
Eu lamento a sua ida
E a minha também

Lembro-me de dia após dia
Repetidos
E que não posso mais recuperá-los
Mas posso revivê-los em meu coração
Toda a tristeza calma 
E boa que sempre senti

Tristeza
Tu me abandonastes como o sol?
Não
Sempre está escondida
Com medo de meus gritos
Mas quando a chamo
Prontamente você vem
Desejando apenas meu olhar

Tristeza
Eu a enterrei
E a desenterro quando quero
Você volta dos mortos
Com aqueles olhos melancólicos e tristes 
E eu sei que deveria estar sempre contigo
Mas sua presença me fere
E eu a afasto
Mediocremente
Eu sou tão hipócrita!
Renegando o amor que você tanto deseja de mim!

Outra vez eu a enterro
Mas você continua viva
Em minhas lembranças
Um atormento triste e delicioso

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Voar

Sou um pássaro
Com medo de voar

Quero jogar-me do precipício
Mas tenho medo de sentir a dor
Quando meu corpo se espatifar no chão

Tantos outros voam
E eu os detesto
Mas eu gostaria de voar
Da minha maneira
Não do jeito que eles querem

Fuga

Tenho fugido!
Todos estes anos 
De mim mesma!

Buscando conforto
E negligenciando meu coração através dos livros
Deixei o que estava perto de mim ficar longe 
E o que estava longe, perto.

Com medo da destruição que posso causar a mim mesma
Com medo da felicidade
Com medo da rejeição
Eu tenho buscado decifrar meu coração 
Inutilmente
Pois mais analítico e frio ele se torna

Onde estará aquela menina de olhos escuros e tristes?

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O fim do arco íris

Oi galera, hoje eu vim postar um poema que é um trabalho da faculdade, o poema é baseado na temática do "World and the rainbow Allience - Meiling Jin" onde deveríamos criar um poema com a temática do arco íris e o que ele representa no mundo dos sonhos, só que o do aluno.
Como não dou dada a rimas e métrica, eu faço sempre minhas poesias só com o coração.

O fim do arco íris

Caminhando para o final do arco íris
Irei alcançar?
O que haverá?
Ainda não sei...

Talvez encontre a mim mesma
Aqueles mesmos olhos negros
E amedrontados
Só esperando
Por esse encontro
Talvez ela tenha tantas perguntas quanto eu
E tantas respostas quanto eu.

A grama será verde
E o sol estará fraco
E ela estará com medo
De ficar sozinha outra vez
Apenas me esperando
Para poder entender a si mesma.
Do mesmo jeito que eu desejo isto.